O Vasco enfrenta restrições judiciais que prejudicam sua busca por reforços. A Justiça manteve a trava em um empréstimo de R$ 150 milhões e limitou o clube a movimentações financeiras máximas de R$ 5,9 milhões. A decisão da juíza Simone Gastesi Chevrand exige um relatório de auditoria antes de autorizar novos endividamentos acima desse patamar.
A restrição afeta diretamente o mercado. A direção não consegue se comprometer com transferências que ultrapassem US$ 1,137 milhão ou 974 mil euros. A negociação com Bruno Duarte, atacante do Estrela Vermelha, parou justamente por esse motivo: o clube sérvio aceitou a oferta vascaína de 1,5 milhão de euros, e o jogador concordou, mas a diretoria não pode avançar porque o valor supera o teto estabelecido.
O departamento de futebol entregou uma lista final de reforços para a reta final da janela, mas o clube não consegue fazer sondagens em valores competitivos. O CEO Fred Luz alertou que a partir de 20 de agosto a situação de caixa pode se tornar crítica, com risco de não pagamento de salários, multas da CBF e possível transfer ban.


